Agentes da paz
Luiz Maia
A humanidade assiste perplexa ao caos corroendo a sociedade,
assumindo proporções (quase) incontroláveis. Os meios de comunicação
oferecem uma gama de notícias desagradáveis a cada dia.
O ceticismo toma conta das pessoas. O ser humano parece ficar impotente diante
da força do mal que ganha corpo.
Na outra ponta da verdade, vemos com bons olhos cidadãos de bem se insurgindo contra esse momento nebuloso, que apequena o homem e o reduz à categoria de insano, buscando incutir em cada indivíduo a cultura do bem. Essa energia vital atua como princípio ativo da paz, da justiça e do amor.
O cidadão de boa vontade traz consigo a consciência de que o bem empregado na direção do próximo certamente voltar-se-á para ele e, por conseguinte, para toda a humanidade.
Por isso lutam, num primeiro momento, para sensibilizar os governos a implementarem, com urgência, políticas que contemplem o setor social.
Faz-se necessário oferecer meios ao homem que assegurem o
pleno direito de atendimento às necessidades básicas, aos desejos e objetivos
nobres.
Para isso é fundamental apostarmos na energia vital que vem do homem de bem,
que visa inserir o cidadão num novo contexto cósmico,
em que a civilização do terceiro milênio levará a humanidade a um grau mais
elevado e superior de sabedoria e felicidade. Felizes aqueles que são dotados
dessa energia vital.
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