"A doçura humana não é uma fraqueza ou tendência à pieguice
e sim virtude d'alma.
Consiste em qualidade de caráter - que não dispensa a decisão
e a energia como forças de férrea vontade,
capaz de atribuir ao seu portador poderes (ou saberes)
de sentir o outro,
compreendê-lo ainda quando discorde -
mecanismo de aceitação integral do próximo sem adesões ingênuas
ou dependências neuróticas."
Artur da Távola, do livro Liberdade de Ser
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