"Para você, essa perspectiva é uma grande parte do aprendizado do amor, a verdadeira razão de existirmos, e você gostaria de partilhar essa opinião com outras pessoas.

Como fazê-lo?

Talvez, a melhor forma seja não através de palavras, mas do exemplo.

Você toma então a resolução de sentir o carinho e o amor que nutre pelos outros e deixá-los serem sentidos, por sua vez, de todas as formas que puder, na prática.

Ao ver alguém em uma cadeira de rodas lutando para passar por uma porta pesada, você silenciosamente se aproxima e o ajuda.

Quando ouve alguém cuja fala é vacilante e difícil, espera com paciência e compreensão.

Quando vê uma pessoa tentando manter o domínio de si diante de uma provação, você tenta ser solidária, apoiá-la, fazer com que ela saiba que você já sentiu o mesmo muitas vezes.

Busque e fortaleça o elo de humanidade que o liga às outras pessoas, deixando que ele se manifeste.

Coloque-se no lugar de determinada pessoa; o que a ajudaria nessa situação?

De uma certa forma, você está se arriscando ao dar-se desse modo, mas, se o seu desejo é verdadeiro, com certeza será compreendido.

A ajuda prática que você dará será entendida, sem necessidade de discursos floreados da sua parte, ou - o que é ainda pior - de piedade."

Sra. Judith Jogis, citada no livro "Os deficientes e seus pais", de Leo Buscaglia

 

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